Como explicar...
De tantas possibilidades de títulos, de sentidos e significados escondidos mesmo por entre (e dentro) das palavras, escolheu-se dar à Filosofia essa qualidade de ensaio, oriunda desde os medievais. E porquê? Para que enfim, não se determine um espaço de criatividade, reflexão e até devaneio (mas sempre lógico meus caros - senão não era entendível) àquela mera exaustão do profissionalismo filosófico que obssessivamente procura o acerto com o real, talvez com a verdade. Aqui, tal como na qualidade de seres errantes (alguns, outros e muitos) é permitido o erro ao mais alto grau que o erro é em si mesmo a primeira porta de uma qualquer verdade: a verdade do erro e a sua autênticidade não de acção, mas em suma de descoberta. Daí que, se permita a todos os interessados não apenas o ensaio como medida filosófica, mas o ensaio como medida de vida de coisas que ouvidas, saboreadas, vistas, tacteadas, cheiradas, pensadas e sentidas por dentro sejam de tal modo postas no crivo da singular curiosidade ou do despertar conhecimento.
Assim, far-se-á já saber do tipo de escrita (muitas vezes de ouvido) que se espera neste espaço de intermitências, que quando se for capaz se escreva e pense com outros instrumentos ainda em estado inicial de conservação. Mas que, sejam elas várias lógicas que se pretenda aquilo que no fundo é o último direito de escrever ou de dizer alguma coisa: que essa coisa seja ao máximo perceptível e clara para quem supostamente quer dar de si algo.
Assim, far-se-á já saber do tipo de escrita (muitas vezes de ouvido) que se espera neste espaço de intermitências, que quando se for capaz se escreva e pense com outros instrumentos ainda em estado inicial de conservação. Mas que, sejam elas várias lógicas que se pretenda aquilo que no fundo é o último direito de escrever ou de dizer alguma coisa: que essa coisa seja ao máximo perceptível e clara para quem supostamente quer dar de si algo.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Sobre as Normas APA
As normas APA têm-se difundido sobre os continentes intelectuais de uma forma estrondosa ao ponto de
Subscrever:
Mensagens (Atom)